sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Barriguda, eu?

Saiu daqui: http://www.bemlegaus.com/2010/06/deletando-quilos.html

 Mês passado, levei a mocinha para sua consulta de rotina com o pediatra (regada a muitos choros, a tentativa de fuga da sala de espera, enfim, nada de anormal).

Porém, assim que eu entrei, ouvi a frase "come bem, essa mocinha". Minhas anteninhas já ficaram ligadas e atentas à hora de colocar o chumbinho na balança.

E dito e feito. Ela não está gorda, nem acima do peso, mas a curva de peso deu um pequeno salto, saindo da rotina que ela sempre teve. Se continuasse no ritmo das férias, em breve ela sairia do percentil 50 para o 75 e, aí sim, estaria com sobrepeso. Resultado: ouvi toda a recomendação de tirar doces, batatinha, porcarias, etc, etc.

Voltei pra casa pensando "mas ela não come tanta porcaria assim". Sentei com o super-papai, peguei a calculadora e as curvas de referência e saí fazendo contas. Quando vi, ela realmente não está com sobrepeso - ainda - mas a curva de IMC (índice de massa corporal) deu um pequeno salto, do Z-score 0 em direção ao +1. Ou seja... várias luzes amarelas de alerta começaram a piscar em casa.

Fui ao tão famigerado diário alimentar (as mães odeiam quando eu peço isso) e foi só aí que notei a quantidade de chocolate, cookies, bolo e pão de queijo que ela estava comendo! E eu achando que estava abafando, ó céus.

Cortamos tudo, restringimos o chocolate e os cookies para duas vezes na semana e valorizamos as frutas (que estavam meio esquecidas no fim de 2011). Não a pesei novamente, mas a papadinha do pescoço já diminuiu e a barriguinha ficou menos redonda.

Fica o alerta que sempre é bom ouvir os conselhos do pediatra. Se você confia nele (ou nela), é a opinião e o olhar de alguém de fora (porque pra gente, quanto mais fofinho e gostoso de apertar, melhor, né? E isso vale pra mãe, pai, avó, avô, tio, tia, madrinha, padrinho...). E não ter vergonha de perceber os equívocos e consertá-los. :)
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