sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Saindo da cama da mamãe

Não é exatamente este conjunto, mas serve de referência. Retirado do site carrefour.com.br
Acho que todos que acompanham este blog sabem que, ao contrário do que todos muitos pediatras recomendam, eu optei por fazer a cama compartilhada com a minha filha, acoplando uma cama solteiro box ao lado da cama queen box que temos no quarto (ainda bem que o quarto comportava a mega-cama). Por mais criticada que eu fosse, era melhor porque todos nós conseguíamos dormir sem grandes berreiros e decidimos que ela sairia da nossa cama quando desejasse.

E, duas semanas antes do aniversário de 3 anos, ela decidiu que era hora de ir pro berço dela.

Claro que eu tenho que ficar ao lado dela até adormecer e tivemos que chamar o montador para desmontar o berço e montar a cama, porque ela está muito grande pro berço. E ainda ganhou um conjunto de cama da Barbie Escola de Princesas e outro da Tinker Bell. 

Agora descobri que dormimos muito melhor separadas. Ela dorme a noite toda, quando resmunga, o pai vai até o quarto e ela dorme de novo rapidinho (agora, comigo... a coisa é braba). Eu durmo a noite toda também. :D

domingo, 19 de agosto de 2012

Denise na Bienal do Livro

Semana passada fomos para a Bienal do Livro 2012 levar a madame aqui de casa para renovar o estoque de livros (bem... fazemos isso há anos, só perdemos a última porque ela era muito nenê para encarar a viagem). Ela ADOROU, olhava para todos os lados, ganhou muitos e muitos livros e chegou em casa capotada de tanto brincar, pois o que mais tinha era atividade para as crianças.

Porém... tivemos que levar o carrinho, ou não iríamos aproveitar nem um décimo da Bienal. Foi a melhor decisão, mas usar um carrinho de bebê significa ter que usar as opções de acessibilidade para cadeirantes em todos os lugares e isso nos decepcionou muito.

1ª etapa: RODOVIÁRIA DE CAMPINAS (Terminal Multimodal Ramos de Azevedo)

Elevador bem localizado, bem sinalizado, fácil de usar. Os funcionários são atenciosos, assim que me viram com o carrinho, abriram a porta de acesso ao terminal de embarque e chamaram o elevador. No embarque, nota 10 para os funcionários da Cristália, nota ZERO para os passageiros, que só faltaram dar uma cotovelada no carrinho pra passar na frente.

2ªetapa: TERMINAL RODOVIÁRIO DO TIETÊ

Elevador bem localizado, bem sinalizado. População sem noção, não faltou dar uma cotovelada no carrinho ou passar POR CIMA DAS PERNAS DA MINHA FILHA para passar na frente. Sério. E isso quer ser cidade sede da Copa?????

3ªetapa: METRÔ, ESTAÇÃO TIETÊ

CADÊ O INFELIZ DESSE ELEVADOR????????????? Desmontei o carrinho (era modelo dobrável, tipo guarda-chuva, se não fosse, seria um grande só lamento...), peguei a Denise no colo e fui de escada rolante mesmo. Escolhi pegar o último vagão, próprio para embarque de cadeirantes, justamente porque seria mais fácil de entrar com o carrinho...

.... pelo menos era isso que eu e o meu marido pensamos.

Não tem rampa para entrar, então você tem que empinar o carrinho. O vão entre o vagão e a plataforma é grande e o povo NÃO RESPEITA um carrinho. Aqui também quase que uma mulher faz STRIKE no carrinho e nos derruba na plataforma. Só não aconteceu porque eu gritei e fui rápida.

4ª etapa: METRÔ, ESTAÇÃO ANA ROSA

Novamente, dobramos o carrinho e pegamos a Denise no colo, arrastando mala junto, porque se depender do elevador, morre de tanto esperar.

5ªetapa: METRÔ, ESTAÇÃO CONSOLAÇÃO

Aqui achei o elevador, então resolvi chamá-lo, porque estava cansada de arrastar mala e carrinho no braço. Apertei o botão e esperei... esperei... esperei... Denise começou a chorar... esperei... peguei no colo e subi de escada rolante.

E sempre lembrando que, em todas as viagens, usei o vagão de cadeirantes. E em todas, só não levaram a Denise embora com o carrinho porque travei as rodas. Sempre usei o metrô e sempre achei um excelente meio de transporte, mas NUNCA MAIS o usarei se estiver com criança pequena e carrinho. Um desrespeito sem tamanho com um usuário, sem contar que a minha filha, um dia, não precisará mais do carrinho, mas e um cadeirante? 

Bienal 10

Metrô 0

Aposentadoria pro Zé Gotinha?

Enquanto sou maquiada e arrumada pela madame de quase 3 anos aqui em casa (SO-COR-RO!), dá para escrever um pouco sobre a nova campanha do Ministério da Saúde, a tal de "Campanha de atualização da carteira vacinal". Sim, a da Dedê está em dia, não, ela não foi pra campanha que começou ontem (dia 18 de agosto).

Como diz a minha amiga Ju, ao invés de avisar que houve mudança no TIPO de vacina aplicada nas crianças, o MS resolveu confundir os pais  divulgar que houve a introdução de vacinas NOVAS. Mas o que aconteceu foi que não será mais aplicada a vacina SABIN (a popular gotinha), mas a SALK (ou VIP), que é injetável e, no lugar da tetravalente (aquela que dá febrão), será aplicada a pentavalente, que nada mais é do que a tetra (difteria, coqueluche, tétano e hemófilo) + hepatite B. 

A mudança da Sabin para a Salk não é invencionice brasileira, não, faz parte do plano da OMS para países com poliomielite erradicada (que é o nosso caso). O objetivo é que, em 2 anos, não seja mais usada a Sabin no território brasileiro.

Então, mamãe, se o seu filhote passou no pediatra há pouco tempo e tem toda a carteira vacinal em ordem, não precisa encarar o auê da campanha. Mas se bater a dúvida, todas as salas de vacina estarão à disposição para verificar a carteirinha.

O esquema vacinal do SUS, com isso, fica mais parecido com o das clínicas particulares e com o recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria:

Ao nascer: Hepatite B
Primeira visita ao CS: BCG
2 meses: VIP + Penta + Rotavirus +  Pneumo 10
3 meses: Meningocócica C
4 meses: VIP + Penta  + Rotavírus + Pneumo 10
5 meses: Meningocócica C
6 meses: VOP (gotinha) + Penta (toma terceira dose de rotavírus se for a pentavalente. Se for a do SUS, são só 2 doses) + Pneumo 10
12 meses: SCR + Pneumo 10
15 meses: DTP + VOP + Meningocócica C
4 - 5 anos: SCR + DTP.

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